anônima
anônima
09/07/2024 17h07

Eu iria abraça-lo e beija-lo muito muito mesmo. Ai a gente não ia aguentar e

ia né, ce sabe.
Depois de mil e um orgasmos ele ia dizer :
— Tô desempregado
— Tem nada não , agora você é livre pra ser meu escravo sexual
— Você também está desempregada, sua burra. Como a gente vai sobreviver pra transar isso tudo?
— hmm, a gente se casa e faz um chá de casamento. Os convidados precisam dar alguma coisa, a gente exige dinheiro, ora.
— Não, não. Não pode, você é muito danada.
— Aé, é

Já que tá na chuva é pra se molhar hm, aí foi uma semana assim e morremos.
Fim.