Encanto, encanto, não. Só alguma curiosidade, interesse vago. Encanto implica algum tipo de fascinação irresistível,
o que não é muito sábio. Só se deixa encantar quem não tem alguma resistência natural ou criada, no fim prudência e cautela afastam esse tipo de vulnerabilidade. Se fascinar também exige alguma coisa de idealização da pessoa. Quando você lembra que todo mundo é de carne e osso, feio, ordinário e por vezes repugnante quando está sozinho, é fácil só desprezar essa concepção.