Para os católicos o pacto de Deus com os judeus foi rompido, a continuação é o cristianismo, o judaísmo é uma religião que não existe mais, como disse Agostinho, mataram Jesus, como na profecia do Salmos 64:3.
Para os islâmicos Jesus foi um profeta de Deus, que nasceu de uma virgem e que permaneceu virgem, e há um capítulo todo pra ela no Alcorão.
Para os islâmicos Jesus foi um profeta de Deus, que nasceu de uma virgem e que permaneceu virgem, e há um capítulo todo pra ela no Alcorão.

anônimo
Mas os católicos estão certíssimos. O judaísmo de hoje é muito diferente do judaísmo do
tempo de Jesus. A única seita judaica que sobreviveu foi a farisaica, e ela sofreu muitas alterações durante a idade média. Um judeu do Império Romano ficaria escandalizado com o judaísmo moderno.O judaísmo de antes do exílio da Babilônia também era bem diferente do judaísmo do tempo de Jesus. Os samaritanos, que gostam de salientar esse fato, eram odiados na Judeia por expor esse fato.
Segundo a Igreja Apostólica (seja Católica ou Ortodoxa), a Igreja é o novo Israel, o novo judaísmo. Aí é que as coisas ficam um pouco forçadas, mas no ponto de vista de alguém que acredita que a religião é guiada por Deus, faz todo sentido - o judaísmo antes de Cristo também era.
Também o fato de a maioria não fazer ideia de que Israel foi um país criado há menos de 100 anos deve colaborar. A maioria deve imaginar que o país é o mesmo que o que é chamado de povo de Israel na Bíblia, como se houvesse uma continuidade direta durante todo esse tempo.
Mas o desprezo por judeus na Idade Média pela Igreja é bizarro. O próprio São Paulo disse que a Igreja deveria "negar qualquer outro evangelho que não fosse o de Jesus". Os judeus só fizeram isso, mas com o que eles acreditavam que era certo.
Não entendi o porquê dos seus dislikes, deve ser de evangélicos.