Eu como uma bela, recatada e do lar, nunca defendi o feminismo, e se provarem que defendi, eu estava bebada.

anônimo
27/11/2024 13h28
Que país vai perder tempo com um nanico geopolítico como o Brasil? Mas obviamente, a
guerra muda a dinâmica das coisas. No entanto, temo dizer que pelo contrário disso daí: as guerras não fizeram as mulheres se tornarem mais tradicionais, fizeram as mulheres se equipararem a homens. A propaganda de guerra e pós-guerra e as políticas empreendidas foram no sentido de integrar cada vez mais a mulher no mercado de trabalho e desalojá-la do eixo da família. Fora as crianças do sexo masculino, que cresceram sem pais (mortos na guerra), logo sem referência masculina, o que pôs as mulheres no núcleo da formação do homem; daí a partir dos baby boomers os homens ficarem cada vez mais sensíveis e femininos.De um lado, os pais que retornaram sim da guerra, e fizeram filhos a rodo, mas trazendo os traumas e a agressividade do campo de batalha. Do outro, homens criados sem pais, e logo totalmente influenciados pelas mães.
Destarte, ambos cresceram sem figuras masculinas robustas. Ora por terem sido criados apenas pelas mães, ora por terem sido criados por homens instáveis e traumatizados, logo procurando não serem iguais a seus pais e negando a própria masculinidade. Poderia ter sido diferente, mas houve investimento maciço da mídia em demonizar a masculinidade, e as duas coisas depois bateram.
A guerra não acaba com o feminismo. Ela piora.
Mas concedo que tanto homens quanto mulheres têm se frustrado bastante com o tipo de dinâmica intergênero que o feminismo prega. Os homens estão chateados, as mulheres também. É possível que por conta desse clima de coisas, uma guerra mundial gere o efeito contrário, e o discurso da mulher ser preferível no espaço do lar retorne, e um movimento popular orgânico vá contra o que a mídia e os governantes desejam pras mulheres.