04/12/2024 20h21

Não! Acredito que um dos motivos sejam a carência, ausência do pai paterno, o prazer

momentâneo, o desejo de ser amada. Mas é uma alegria passageira.

Se fosse minha filha, eu conversaria seriamente e mostraria o que é a vida. Assim como tem momentos de alegria, tem momentos de dor e tristeza e quem é que vai estar do seu lado sem querer o prazer momentâneo e me decepcionaria! Mas, não deixaria de amar.
Ficaria bem ativa.
Acredito que bater, gritar, vai ser bem pior e vai gerar mais revolta.