Se você está dizendo "Eu sentir fome" ou "Eu estar cansado", parabéns, você acaba de inventar um novo dialeto: o Portugol Selvagem – falado apenas por quem dormiu em todas as aulas de conjugação verbal.
Primeira Regra: Quando você usa "Eu" ou refere-se a si próprio, o verbo precisa estar conjugado, porque você é o agente da ação.
Eu sinto fome (não sentir).
Eu estou cansado (não estar).
Segunda Regra: Infinitivo é uma forma de verbo bonita, mas é para frases como: Quero comer ou Vou dormir. Não misture as coisas. Conjugue o verbo!
Teste do Espelho: Se soa errado, provavelmente está. Leia em voz alta:
Eu dormir cansado.
Parece um neandertal falando? Sim? Então corrija!
Por fim, conjugue como se sua dignidade dependesse disso, porque depende. A língua portuguesa agradece, e sua credibilidade também.
Primeira Regra: Quando você usa "Eu" ou refere-se a si próprio, o verbo precisa estar conjugado, porque você é o agente da ação.
Eu sinto fome (não sentir).
Eu estou cansado (não estar).
Segunda Regra: Infinitivo é uma forma de verbo bonita, mas é para frases como: Quero comer ou Vou dormir. Não misture as coisas. Conjugue o verbo!
Teste do Espelho: Se soa errado, provavelmente está. Leia em voz alta:
Eu dormir cansado.
Parece um neandertal falando? Sim? Então corrija!
Por fim, conjugue como se sua dignidade dependesse disso, porque depende. A língua portuguesa agradece, e sua credibilidade também.
Erramos muito em pequenas coisas, mas há erros que não deveriam se repetir, como, por
exemplo, não saber diferenciar "é" de "e" ou "mas" de "mais". Sem contar o uso excessivo ou a falta de pontuações.Errar é normal, mas temos que nos atentar aos erros.