Não. Apenas que a pessoa consome mais não necessariamente que aquilo que ela consome lhe
proporciona qualidade de vida.O consumista pode optar por escolhas que não vão lhe agregar na qualidade de vida. O que consome menos pode optar por coisas que vão lhe agregar.
Se consumo alto fosse definidor de qualidade de vida, essas pessoas não padeceriam de patologias comuns, inclusive aos que não consomem tanto assim.