Tem um menino que fiz amizade com ele durante um evento, fomos do mesmo grupo. Ele me deu oi quando me ver e eu fui dar jóia e sorri para namorada dele que estava com ele, a moça nem sorriso deu,olhou para mim, mas nem fez questão, permaneceu com rosto fechado e não falou nada. Tentando ser legal. Acho que nem se fosse da minha sala me aproximaria mais dele, fiquei sem graça. Ele é uma gracinha, é de São Paulo e se os homens desse estado for maioria parecido com ele no jeito está de parabéns. Conversa bem, engraçado, sutaque fofo. Entretanto, eu respeito homem comprometido. Mulher desnecessária, fazendo nada demais.
Mulheres inseguras bringando por homens, se não for por um em específico são pelos olhares
e pela atenção masculina.Entendo que era o namorado dela, mas essa competitividade entre as mulheres é tão exercitada cotidianamente, não é só quando a mulher é compromissasa. Basta ter duas mulheres atraentes ou inteligentes em um grupo ou ambiente para olhares de disputa se instaurarem, semblantes de desdém, arrogância e até nojo com falas de alfinetadas indiretas uma na outra. Até nos casos quando não acontece paira a sutil duvida na mente feminina de pensamentos sobre cinismo, ironia e deboche. Isso é fruto de um machismo cultural, o patriacardo vence toda vez que as mulheres dividem-se em disputa.
"Tá, mas e aí? Seu hipócrita! Vai dizer que você não disputa com outros homens?" me diriam...
Não vou dizer que quando ficam olhando para minha mulher eu nao crio o poder de fuzilar os machos com os olhos. Acreditem, eu consigo fazer uma cara de marrento e poucos amigos que até bandido fica com receio. Contudo, a maioria só vai interagir com respeito mesmo, até os que são legais por interesse tira-se proveito de um cavalherismo conivente, aos sem noção que ficam embasbacados pela beleza dela, recebem meus olhares assassinos e por vezes minha interação ríspida meio impositiva para eu mostrar presença. Melhor é se aproximar de um possível concorrente insistente e mantê-lo muito próximo para estudá-lo do que só afugentar.
Acima de tudo isso, eu sempre penso que eles podem olhar e falar com ela, mas quem sente o cheiro, gosto o calor daquele corpo e quem come aquela raba sou eu! Me sinto "O CARA".