Mark Zuckerberg promete repaginar as políticas da META em prol da liberdade de expressão. Será o novo comum?

A cada ano vemos políticas de supressão da liberdade sendo observada em diversos países, na Europa, com suas leis ridículas de controle de opinião e no Brasil, com o supremo decidindo o que pode ou não ser dito em nome da "democracia". É verdade que fake news são prejudiciais e a liberdade em excesso nas redes sociais pode ajudar estupradores, pedófilos, racistas e outros grupos radicais. No entanto, governos autoritários estão se aproveitando de temas sensíveis para perseguir também opositores políticos ou religiosos. Hoje, você criticar um ministro do supremo pode configurar um atentado a democracia e ter seus direitos caçados.

Enfim, recentemente Zuckerberg se juntou ao Elon Musk e propôs uma mudança, adotando as notas da comunidade utilizadas no X, além de outras mudanças de pautas ideológicas, como a retirada do termo LGBT do arco íris nos emojis. Isso é uma clara mudança mais a direita.

Será que finalmente as big techs estão abandonando essas práticas ridículas e tóxicas da esquerda em querer controlar tudo e a todos?



(Obs: a META controla o Facebook, Instagram, Whatsapp e etc...)
11/01/2025 12h41

Os deuses de Barro, nunca foram arautos da "liberdade de expressão", Mas da liberdade de

quem paga mais. Já foram processados por praticarem a censura, o famoso shadowban. 
Óbvio que tanto Twitter aqui no Brasil teve que cumprir a legislação quanto o Facebook, Instagram, etc.  terão que cumprir, e nos demais países cujas leis são estabelecidas.   Ou simplesmente não atuaram no país. E é claro que ambos os CEOs sabem muito bem disso. Porém, as empresas de checagem perderam o monopólio e as de publicidade lucraram bem como os empresários. Com informações inverídicas, desde que o seu produto esteja em evidência. 
Aqui no Brasil a legislação continua a vigência, conteúdos que infringem as leis serão removidos e a empresa continuará respondendo por isso. 
Cai quem quer na lorota de "defensores da liberdade de expressão".