27/01/2025 21h42

Com certeza com a China, por algumas razões: 
China não intervém em fatores internos, ou seja,

na soberania do país alheio. 
Não sanciona nações ao seu bel-prazer. 
Não joga bombas em nações para a exploração de suas riquezas e usurpação de seus territórios.
Privilegia a diplomacia entre as nações, mesmo culturalmente diferente.
E o fundamental para a relação entre nações: parceria e não uma mera relação de serviçais. 
E é sabido inclusive pelos EUA que o BRICS, tem esse potencial, reunindo quase 40% da economia global e 30% do comércio global. 
Mas não só com a China os laços de integração e de parceria tem que também se da na América Latina na totalidade, para não haver de forma alguma dependência de nenhuma superpotência.