Palavras eruditas ou intelectuais, frequentemente adotadas em discursos acadêmicos, constituem uma forma frívola de distinguir
o erudito daquele que não teve acesso a tais oportunidades. Representam a simetria da metrópole em contraste com a selvageria da mata. Contudo, tais diferenças não são indicativas da profundidade ou do conhecimento de qualquer um desses. É irrelevante a mim.Somemos como exemplo a multiplicidade de obras literárias cujas linguagens, para alguns, podem assemelhar-se a um código enigmático, enquanto outros autores, com igual sapiência, transmitem as mesmas ideias dialéticas por meio de uma prosa mais acessível e despretensiosa.