Os mais pobres costumam ter preocupações mais imediatas, como trabalho, sustento e sobrevivência, o que
pode gerar estresse, mas também um senso de propósito e resiliência. Já os mais ricos, que teoricamente têm todas as necessidades básicas supridas, podem sentir um vazio existencial maior, falta de propósito e até um isolamento social maior.Além disso, entre os mais ricos, há um acesso maior a diagnósticos e tratamentos, o que pode dar a impressão de que eles sofrem mais de depressão do que os pobres, quando na verdade os pobres podem simplesmente não ter condições de buscar ajuda e acabam lidando com o problema de outras formas.