Pessoa, por que o Brasil nunca será um país como EUA ou Japão?

Me perguntava várias vezes sobre o fato do nosso país nunca atingir o ápice desses países e me veio na cabeça uma coisa: o brasileiro não gosta de estudar, não gosta de criar, não pensa em fazer cursos que venha a ter uma importância significativa para o desenvolvimento do nosso país. Se formos analisar, o nosso país não predomina ciências exatas, engenharias, uma medicina avançada, tudo o que fazemos é replicar ou comprar produtos e equipamentos de outros países para usarmos aqui. Agora o que a maioria da população brasileira faz? Enquanto o nosso país colocar a literatura e as artes como fator principal dentro da nação, ele nunca será um país desenvolvido. Precisamos de mais engenheiros competentes, mais médicos competentes, mais professores que ensinem disciplinas que venham a contribuir com a melhora e crescimento do país. Enquanto o brasil tiver aquela visão como teve no tempo das escolas literárias, seremos sempre a sombra dos países desenvolvidos.
anônimo
anônimo
04/08/2018 06h23

Há possibilidade de escrever cem livros sobre isso. Mas vamos a um ponto central e

básico: o Brasil não pegou o trem da história. Os outros dois citados pegaram.

Existiu um período da História humana em que o Capitalismo se expandiu pelo mundo inteiro, e houve uma explosão industrial, permitindo que as populações aumentasse drasticamente e passassem a viver nas cidades ao invés da imensa maioria das pessoas trabalharem a terra pra comer, que era a vida humana desde os primórdios.

Nós não demos bola pra isso. Continuamos plantando. Se dependesse dos donos do poder, ainda etsraimos plantando e vendendo café com os escravos fazendo o trabalho. Até hoje o Brasil só é rico graças a dádiva divina da terra. O resto é um lixo atrasado.

Nossa industrialização foi tardia e patrocinada pelo Estado. Nossa urbanização foi violenta e atrasada, criando o caldo necessário pra esse monstro que é a miséria urbana e a criminalidade.

Esse é o Brasil.

Não dá pra voltar no tempo.

O desafio pro futuro é enorme e graças a Deus eu não tenho vocação pra política.