Sou conservador até demais. Muitas vezes deixo de viver o presente porque fico preso à
ideia de acumular dinheiro, como se estivesse sempre à espera de uma catástrofe que talvez nunca venha. No fundo, o meu desafio é encontrar um equilíbrio entre a prudência e a coragem de me permitir aproveitar mais a vida.