LEIA O TEXTO.
Uma festa na praia, na capital, com milhões de pessoas. Ele estava com a filha e uma amiga, que por sua vez estava com a esposa.
O ponto é que meu marido não quis ir embora, e eu acabei voltando sozinha(fui acompanhada com a mãe da amiga dele), enquanto ele permaneceu na festa. Para mim, isso é algo negativo.
Vejo o casamento como uma parceria em que o casal caminha junto, especialmente em eventos públicos e de grande porte como esse. Ir embora sozinha, enquanto meu marido escolheu ficar, rompe essa ideia de união e alinhamento que considero essencial dentro de um relacionamento.
Eu só dormi 3 horas no dia 31. Dia 01 de madrugada eu estava muito cansada, com dor na lombar.
OBS: Ele queria voltar para casa de 06:00.
Eu voltei para casa às 02:40.
Obs 2:
Eu não vejo parceria da parte dele. Há dois anos não passo Natal nem Ano Novo com a minha família, que mora em outra cidade. Sempre passamos essas datas com os amigos dele e o Ano Novo com a filha dele, e os amigos. Em nenhum momento houve um esforço real para equilibrar isso. Ele poderia, sim, passar essas datas com a minha família também. Hoje, inclusive, ele disse que eu fosse sozinha passar o Natal com eles este ano. Isso só reforça a sensação de que as minhas necessidades e vínculos não são considerados, porque, no fim, a prioridade parece ser sempre o que ele quer.
Ou seja, tudo gira em torno do que ele quer. Seja passar o Ano Novo até seis horas da manhã na praia, seja não ir passar feriados importantes com a minha família. Eu sempre tenho que me adaptar ao modo dele. O que eu quero ou desejo dentro desse casamento simplesmente não é uma opção. Ele chega a dizer que eu preciso cortar o cordão umbilical, como se o problema fosse o meu vínculo familiar. Afirma que a minha família agora é ele e que meu pai e minha mãe passaram a ser apenas parentes. Esse tipo de postura deixa claro que não há espaço para equilíbrio, diálogo ou respeito às minhas relações e às minhas vontades
Uma festa na praia, na capital, com milhões de pessoas. Ele estava com a filha e uma amiga, que por sua vez estava com a esposa.
O ponto é que meu marido não quis ir embora, e eu acabei voltando sozinha(fui acompanhada com a mãe da amiga dele), enquanto ele permaneceu na festa. Para mim, isso é algo negativo.
Vejo o casamento como uma parceria em que o casal caminha junto, especialmente em eventos públicos e de grande porte como esse. Ir embora sozinha, enquanto meu marido escolheu ficar, rompe essa ideia de união e alinhamento que considero essencial dentro de um relacionamento.
Eu só dormi 3 horas no dia 31. Dia 01 de madrugada eu estava muito cansada, com dor na lombar.
OBS: Ele queria voltar para casa de 06:00.
Eu voltei para casa às 02:40.
Obs 2:
Eu não vejo parceria da parte dele. Há dois anos não passo Natal nem Ano Novo com a minha família, que mora em outra cidade. Sempre passamos essas datas com os amigos dele e o Ano Novo com a filha dele, e os amigos. Em nenhum momento houve um esforço real para equilibrar isso. Ele poderia, sim, passar essas datas com a minha família também. Hoje, inclusive, ele disse que eu fosse sozinha passar o Natal com eles este ano. Isso só reforça a sensação de que as minhas necessidades e vínculos não são considerados, porque, no fim, a prioridade parece ser sempre o que ele quer.
Ou seja, tudo gira em torno do que ele quer. Seja passar o Ano Novo até seis horas da manhã na praia, seja não ir passar feriados importantes com a minha família. Eu sempre tenho que me adaptar ao modo dele. O que eu quero ou desejo dentro desse casamento simplesmente não é uma opção. Ele chega a dizer que eu preciso cortar o cordão umbilical, como se o problema fosse o meu vínculo familiar. Afirma que a minha família agora é ele e que meu pai e minha mãe passaram a ser apenas parentes. Esse tipo de postura deixa claro que não há espaço para equilíbrio, diálogo ou respeito às minhas relações e às minhas vontades