Eu sou uma pessoa de afetividade intensa, mas extremamente seletiva. Não me entrego por carência, impulso ou idealização vazia. Quando amo, amo de forma profunda, leal e comprometida, porém só permaneço onde há reciprocidade emocional, respeito e maturidade.
Existe em mim uma clara distinção entre amor e apego. Eu não confundo dependência emocional com vínculo verdadeiro, e isso faz com que eu prefira a solidão a relações mal estruturadas.
Eu sinto muito, mas não dramatizo para ser validada. A dor é processada internamente, com reflexão, silêncio e análise. Quando decido encerrar algo, normalmente já passei por todas as tentativas internas possíveis.
Eu compreendo que sentimentos não são suficientes para sustentar relações, escolhas ou projetos de vida.
Eu valorizo constância, responsabilidade, crescimento individual e visão de futuro. Pessoas que vivem no improviso emocional, na imaturidade ou na vitimização tendem a me cansar rapidamente.
Eu não romantizo dificuldades que poderiam ser evitadas com esforço, estudo ou responsabilidade. Para mim, amor também é escolha consciente e ação prática.
Eu tenho uma identidade bem definida e não moldo quem sou para caber em expectativas alheias.
Não busco validação constante, elogios vazios ou aprovação social. Isso faz com que algumas pessoas me vejam como “fria”, “chata” ou “difícil”, quando na verdade eu apenas não aceito menos do que considero digno.
Eu tenho senso de valor próprio. Implorar, insistir ou me humilhar por afeto fere profundamente minha autoestima, então eu não faço.
Eu respeito limites e exijo que os meus sejam respeitados.
Quando percebo manipulação emocional, incoerência ou deslealdade, algo em mim se fecha quase de forma automática.
Existe em mim uma clara distinção entre amor e apego. Eu não confundo dependência emocional com vínculo verdadeiro, e isso faz com que eu prefira a solidão a relações mal estruturadas.
Eu sinto muito, mas não dramatizo para ser validada. A dor é processada internamente, com reflexão, silêncio e análise. Quando decido encerrar algo, normalmente já passei por todas as tentativas internas possíveis.
Eu compreendo que sentimentos não são suficientes para sustentar relações, escolhas ou projetos de vida.
Eu valorizo constância, responsabilidade, crescimento individual e visão de futuro. Pessoas que vivem no improviso emocional, na imaturidade ou na vitimização tendem a me cansar rapidamente.
Eu não romantizo dificuldades que poderiam ser evitadas com esforço, estudo ou responsabilidade. Para mim, amor também é escolha consciente e ação prática.
Eu tenho uma identidade bem definida e não moldo quem sou para caber em expectativas alheias.
Não busco validação constante, elogios vazios ou aprovação social. Isso faz com que algumas pessoas me vejam como “fria”, “chata” ou “difícil”, quando na verdade eu apenas não aceito menos do que considero digno.
Eu tenho senso de valor próprio. Implorar, insistir ou me humilhar por afeto fere profundamente minha autoestima, então eu não faço.
Eu respeito limites e exijo que os meus sejam respeitados.
Quando percebo manipulação emocional, incoerência ou deslealdade, algo em mim se fecha quase de forma automática.
anônima
Descreveu uma pessoa bem resolvida. Mas o que tu fala de si mesma não dá
pra levar muito em consideração, ninguém se enxerga da forma que o mundo nos vê.Posso te dizer que gostei da tua escrita, tem um bom português, vocabulário simples, mas sem gírias, o que é um alívio. Pecou na organização, começou bem separando o primeiro parágrafo e depois não continuou, meu TOC te tirou um ponto alí, mas só isso.
Se tu realmente é quem diz ser, só tá faltando a humildade de reconhecer teus pontos fracos, ninguém é só qualidades na sua totalidade, me parece ser um bom ponto para reflexão. Depende de como tu leva isso pra vida pode soar arrogante, apenas uma hipótese.
Sucesso na vida, Anônima!