Amor é dor. Mas quanta dor Elias poderia suportar, sabendo que a pessoa que amava nunca o amaria de verdade? Aqueles olhos… sempre cheios de paixão — mas nunca por ele. Amor? Ele havia parado de ansiar por algo real há muito tempo. Ester era tudo: sua razão para acordar, para respirar. Mas o que tinham não era amor, era uma ilusão frágil, uma obra-prima de engano pintada com pinceladas de desespero.
Quanto tempo até ela perceber? Até ver que estava sendo manipulada? Ele sabia — e ainda assim não conseguia soltá-la. Deixá-la ir? Nunca.
Ela era tudo para ele. A única para ele. O mundo, seu próprio céu, seu próprio inferno, sua própria dor, sua própria cura. A pessoa que o dilacerava e o curava em igual medida.
Nesse nível de sentimentalismo vocês enxergam um homem ou uma mulher?
Quanto tempo até ela perceber? Até ver que estava sendo manipulada? Ele sabia — e ainda assim não conseguia soltá-la. Deixá-la ir? Nunca.
Ela era tudo para ele. A única para ele. O mundo, seu próprio céu, seu próprio inferno, sua própria dor, sua própria cura. A pessoa que o dilacerava e o curava em igual medida.
Nesse nível de sentimentalismo vocês enxergam um homem ou uma mulher?
Acho que podia haver outra introdução antes dessa parte de amor ser dor.
Introdução histórica ou
de personagem ou de algum acontecimento.Mas é só a minha opinião.