Acredito, sim, em relações duradouras e felizes. Mas não naquele “felizes para sempre” sem rachaduras.
A vida a dois também tem dias difíceis, silêncios, desencontros e momentos em que tudo parece pesado. A Lia Luft falava do “casal perfeito” e terminava dizendo que, apesar dos pesares, eles se escolheriam novamente. E acho que é aí que mora o verdadeiro felizes para sempre: não na ausência de tristeza, mas na decisão diária de permanecer, de atravessar o que dói e, ainda assim, escolher o outro de novo.