Acredito que o problema não reside na existência do dinheiro, mas na ética de quem
o detém. O dinheiro é um potencializador de intenções: se estiver em mãos benevolentes, transforma-se em cura, educação e progresso; em mãos egoístas, torna-se instrumento de opressão. Portanto, a solução não é a abolição da moeda, mas a evolução dos valores humanos sobre como e para que o acumulamos.