Mulheres brasileiras, em grande maioria, são incapazes de criarem um código moral. São incapazes de
distinguir o bom e o mau. São incapazes de entender que uma ação gera uma cadeia de consequências.Devido ao intelecto deficiente, elas reagem aos acontecimentos sociais de acordo com dois sintomas:
1) Biológico. Por pertencer a manada daquele bandido, elas formam uma multidão Leboninana, isto é, perde-se o individualismo e forma-se um coletivismo uno (por mais contraditório que possa soar). Ela não está defendendo o bandido, ela está se defendendo. Como se a mente dela fosse conectada ao do bandido. Esse tipo de cola ultrapassa camadas e classes sociais. Uma patricinha pode pertencer a mesma classe biológica que um bandido drogado morador de rua. Isso porque condições humanas e regras humanas (dinheiro) não são respeitadas pela biologia. A biologia - natureza - existe independente das nossas regras e nossos construções sociais.
2) Manipulação política-ideológica marxista. Pensa no seguinte: em uma sociedade na qual a classe pobre tem a possibilidade de mobilidade social e que preza o consumismo exagerado (é mais fácil ver pobre franciscano em voto de pobreza ou ver pobre comprando carro tunado para ostentar?) nessa sociedade o pobre não quer abrir mão do status quo dele para seguir ideia esdrúxula marxista e fazer revolução. Logo, para essa ideologia resta cooptar grupos dispersos, cuja cola que os une é a inveja e revolta contra pessoas que prosperaram. Nisso se junta bandidos, professores fracassados de universidade, viados que não sabem o próprio gênero, mulheres com problemas familiares, drogados... Se forma uma multidão dispersa em estilo de vida, mas vinculados ao mesmo depressivo objetivo.