14/02/2026 00h15

Hoje em dia os jovens já não são como antigamente, quem acredita que um jovem

de 15 não sabe de nada, ainda vive preso no passado onde a molecada ainda lia gibi e não tinha tanta influência.

Hoje em dia, com a internet, com todo o conhecimento disponível, os jovens já não são mais tão bobinhos, eles sabem bem o que fazem e gostam disso, tem informação a todo momento, alguns até fazem pouco caso da vida criminosa que leva ou que os outros levam.

É um problema da sociedade como um todo? Claro! Mas não podemos remediar ou passar a mão na cabeça de menores infratores só porque ele não cravou lá seus 18 anos.

Se a medida é positiva? Talvez, pode ajudar, mas não soluciona. Combater a criminalidade exige um esforço multifacetado. Passa por uma reformulação das leis sim, mas também precisa de uma justiça mais eficaz, a certeza da punição é mais intimidadora do que a o grau de punição em si.

Não adianta colocar prisão perpétua se a maior parte dos crimes não são solucionados corretamente, algo infelizmente comum no Brasil. Ter a certeza que vai ser pego e rapidamente condenado é mais eficaz do que a pena em si, embora penas MUITO brandas também possam incentivar a criminalidade a um certo nível.

Não há necessidade de diminuir a maioridade penal, apenas fortalecer as leis para menores infratores. Por exemplo, no Brasil, três anos de internação é uma piada, ainda mais para menores assassinos ou estupradores (sim, existem menores que estupram).

Talvez uma pena ali de 10 anos, pelo menos, já surtiria algum efeito. Cansei de ver casos em que menores dão risada da justiça brasileira sabendo que vai ficar pouco tempo presa.

Um exemplo? O caso Ariane Bárbara. Aquela menina psicopatinha de 16 anos que matou aquela menina em goiania pra saber se a outra amiga era psicopata. Ela tendo o conhecimento e sabendo que a lei é fraca para menores, se sentiu confortável, e ainda debochou da justiça afirmando que não poderia ficar mais de 3 anos porque era "menor".