26/02/2026 13h21

Sou igualmente bom nas duas áreas, mas confesso que durante a infância e juventude fui

mais disposto ao estudo da língua portuguesa ao da matemática. Frequentemente brincava dizendo que se matemática fosse bom, chamar-se-ia "boa-temática". A graduação em engenharia, no entanto, cuidou de desenvolver meu gosto pelas ciências exatas. Hoje, não acho uma mais fácil ou difícil do que a outra. Penso que, como qualquer disciplina, um nível profissional é algo que está ao alcance de muitos; mas marcar cada um dos campos, tal qual fizeram Luís de Camões e Olavo Bilac, ou o falecido professor e doutor Newton da Costa, é algo que transcende a mera proficiência.