Minha prima tem 28 e os pais n deixam
anônima
Nao deixar é intervir demasiadamente na autonomia do filho.
Aconselhar, aí já acho que é
o papel de 1 pai. Darei o exemplo da minha área (a jurídica) que é a que posso falar melhor.
Escritórios de advocacia costumam oferecer remunerações de cerca de 2 salários mínimos para a pessoa trabalhar como advogado (isso sem direito a FGTS, seguro desemprego, décimo terceiro, férias, etc. É só o valor combinado).
Penso que 1 bom pai irá aconselhar o filho a não aceitar uma proposta dessas e estudar pra concursos jurídicos. CONTUDO, se o filho bater o pé e disser que quer trabalhar mesmo assim, essa vontade tem que ser respeitada.