É disseminada a crença de que basta ter um "curso superior" para a pessoa conseguir emprego rentável. Isso é falso.
O que determina a rentabilidade do emprego é a oferta e demanda de profissionais capacitados para exercê-lo.
A demanda de profissionais é determinada por diversos fatores, sendo o principal a pujança da economia do país. Países com economia forte e dinâmica (como EUA) possuem alta demanda por profissionais. Países com economia fraca ou inexistente (como Cuba) possuem baixa demanda. Como consequência, nos EUA uma babá ganha 3000 dólares e em Cuba um médico ganha 50 dólares.
A oferta de profissionais é determinada pela complexidade da profissão. Quanto mais complexa, cara, difícil e demorada for a formação de um profissional, menor será sua oferta e maior será seu salário. Um médico ganha mais que um policial porque medicina é uma profissão mais complexa, cara, difícil e demorada para formar/treinar um profissional do que polícia. Como consequência, é muito mais fácil encontrar profissionais para exercerem policiamento do que medicina.
Se a economia estiver ruim (como no Brasil atual), a demanda por profissionais despenca bastante. Apenas as profissões mais "úteis" e indispensáveis mantêm demanda alta. Isso explica porque um advogado recém-formado rala pra ganhar 2000 enquanto um carpinteiro bom tira 10 mil ou mais fácil.
Criar cursos superiores sem promover crescimento econômico só vai criar uma multidão de gente formada desempregada ou subempregada, e paradoxalmente aumenta os rendimentos de profissões de nível mais baixo (como carpinteiro, pedreiro, encanador, etc) porque muitas pessoas que poderiam estar exercendo-as foi fazer curso superior e deixaram essas áreas menos concorridas (com menos profissionais disponíveis). E esses chamados "cursos superiores" muitas vezes são completamente inúteis para um mercado tão pobre e desaquecido como o brasileiro (Ex: biblioteconomia, museologia, economia, etc)
O que determina a rentabilidade do emprego é a oferta e demanda de profissionais capacitados para exercê-lo.
A demanda de profissionais é determinada por diversos fatores, sendo o principal a pujança da economia do país. Países com economia forte e dinâmica (como EUA) possuem alta demanda por profissionais. Países com economia fraca ou inexistente (como Cuba) possuem baixa demanda. Como consequência, nos EUA uma babá ganha 3000 dólares e em Cuba um médico ganha 50 dólares.
A oferta de profissionais é determinada pela complexidade da profissão. Quanto mais complexa, cara, difícil e demorada for a formação de um profissional, menor será sua oferta e maior será seu salário. Um médico ganha mais que um policial porque medicina é uma profissão mais complexa, cara, difícil e demorada para formar/treinar um profissional do que polícia. Como consequência, é muito mais fácil encontrar profissionais para exercerem policiamento do que medicina.
Se a economia estiver ruim (como no Brasil atual), a demanda por profissionais despenca bastante. Apenas as profissões mais "úteis" e indispensáveis mantêm demanda alta. Isso explica porque um advogado recém-formado rala pra ganhar 2000 enquanto um carpinteiro bom tira 10 mil ou mais fácil.
Criar cursos superiores sem promover crescimento econômico só vai criar uma multidão de gente formada desempregada ou subempregada, e paradoxalmente aumenta os rendimentos de profissões de nível mais baixo (como carpinteiro, pedreiro, encanador, etc) porque muitas pessoas que poderiam estar exercendo-as foi fazer curso superior e deixaram essas áreas menos concorridas (com menos profissionais disponíveis). E esses chamados "cursos superiores" muitas vezes são completamente inúteis para um mercado tão pobre e desaquecido como o brasileiro (Ex: biblioteconomia, museologia, economia, etc)

anônima
28/08/2018 09h08