Sim. Eu não pensei seriamente nisso, mas já cheguei a achar que seria bom que
eu morresse em certos momentos.As universidades públicas explicam um pouco disso. Eu achava que nunca seria levado a sério, e ainda hoje, é difícil, quando eu me aprofundava vendo escola austríaca de economia, autores anti-progressistas com bons argumentos, e ao mesmo tempo, a referência que iria me levar a ter algum trabalho, seguia na contramão disso, e eu via meus colegas e minha família seguindo essa mesma referência, bem como os meios de comunicação ou empresas em geral. Eu realmente vivia o tempo todo achando que nunca seria levado a sério, sobretudo vivendo aqui no nordeste, um lugar com maior resistência a essas ideias novas.
Até hoje, prefiro viver de forma isolada por isso, e escuto coisas bem incômodas de pessoas comentando sobre o que não conhecem de forma muito injusta, e eu iria acabar trabalhando para manter isso, reclamando ou não. Eu sentia uma falta de propósito ao ver os exemplos que eu via por lá, em uma faculdade de medicina, que deveria ser um ambiente mais neutro. Hoje, eu tenho os meus redutos.