Sim, com toda certeza. E mesmo se não fosse meu filho(a), meu dever é respeitar
e amar. Mas, não concordo com a prática, isso é um direito meu, agora, o meu amor será o mesmo e nunca vai se abalar. No meu dever de mãe, vou aconselhar, vou ser amiga e vou ajudar em todos os sentidos. Isso não significa que vou passar a mão por cima de tudo que ele(a) for escolher, pois filhos costumam agir sem pensar e acabam explorando algo que muita das vezes não condiz com seus reais interesses. Vou orientá-los o máximo que eu puder para eles não sofrerem e não se arrependerem. Vou chamar atenção quando for preciso, vou falar quando for preciso, vou ser rígida quando for preciso, mas acima de tudo, vou ter amor em todos os momentos e ele será maior que tudo sempre...