Na esperança de assaz ser capaz de ser um sério estandarte do mal que há em mim
Tu,e até pessoas muito más, vem me amar
Até capazes de ser males que vem pra você
E outros tantos reles mil milhões de sonhos maus.
E eis o velho vão mistério que há aqui:
Se todo mal é compreensível, haverá mal?
É reles ver tal qual mistério esse fim
Em que és tanta patacoada que vagas
E crias manadas
E sofres por seres assim.
Tu,e até pessoas muito más, vem me amar
Até capazes de ser males que vem pra você
E outros tantos reles mil milhões de sonhos maus.
E eis o velho vão mistério que há aqui:
Se todo mal é compreensível, haverá mal?
É reles ver tal qual mistério esse fim
Em que és tanta patacoada que vagas
E crias manadas
E sofres por seres assim.

anônimo
O Cão e a Cadela
Tinha de uma cadela, um cão, fome canina.
Ele
bom perdigueiro, ela de casta fina... Mil foscas lhe fazia o terno maganão,
mas gastava o seu tempo, o seu carinho em vão.
Dando no chichisbéu dentada e mais dentada,
a fêmea parecia um cadela honrada,
incapaz de ceder às pretensões de amor...
Mas o amante infeliz foi sabedor
de que a mesma, em que via ações tão desabridas,
era co'um torpe cão, fagueira, às escondidas...
Se és sagaz, meu leitor, talvez já tenhas visto
cadelas de dois pés, que também fazem isto...