As minhas são:
"Amar a todos como a si msm" JC
"Se, a longo prazo, somos criadores do nosso destino, de imediato, somos escravos das ideias que tomamos." Hayek
"A verdade não é aquilo q você quer que ela seja, ela é oq é, ou você se curva a ela, ou você vive na mentira." Musashi
"O sucesso está a beira do abismo." Eu, mas talvez alguém tenha dito antes kkk
"Nós dois olhamos para o abismo, mas quando ele olhou de volta, você piscou." Nietzche (ps: não gosto de Nietzche, prefiro mil vezes Chesterton e Aquino, mas essa frase é top)
"Amar a todos como a si msm" JC
"Se, a longo prazo, somos criadores do nosso destino, de imediato, somos escravos das ideias que tomamos." Hayek
"A verdade não é aquilo q você quer que ela seja, ela é oq é, ou você se curva a ela, ou você vive na mentira." Musashi
"O sucesso está a beira do abismo." Eu, mas talvez alguém tenha dito antes kkk
"Nós dois olhamos para o abismo, mas quando ele olhou de volta, você piscou." Nietzche (ps: não gosto de Nietzche, prefiro mil vezes Chesterton e Aquino, mas essa frase é top)
Tenho impressão de que a frase seja
"Quando se olha muito tempo para o abismo, ele
nos olha de volta".Em Nietzsche gosto muito de parafrasear essa ideia: Não ter as cha-
ves de meus cadeados não impede que eu possua as dos teus;
"O tempora, o mores!", de Cícero, a cada dia uso mais;
"O, Brave new World", Shakespeare, mas com o sarcasmo da citação em Huxley;
"The horror, the horror!", Conrad dando a letra;
"Quem é do Méier não bobéier", não sei de quem, mas gosto demais, meto des-
regradamente nas conversas sempre que posso;
"Deus Vult!", os Templários, uso toda vez que um tradicionalista enviesado me
dirige a palavra. Em vão torço para ele perceber o deboche;
"This is the way the world ends
Not with a bang but a whimper."
T.S. Eliot, resumindo a vida.
"Traduttore, traditore", cito para irritar, não generalizo;
"É dez, nota 10!", Stanislaw;
"Are you talking to me, are you talking to me?", Taxi Driver, normalmente
prossigo com "Quer que embrulhe ou é pra comer agora?".