Eu acho uma frescura, que se as mulheres querem respeito, tem que parar com essas frescuras de medozinho disso e daquilo.
Não sou e não gosto dessa frescura, se tenho medo, eu encaro e foda-se.
Pra fazer valer o feminismo tem que se impor mais, e não se amolecer cm uma dama de 3 séculos atrás.
Que exista umas pessoas mais sensíveis aqui e ali ok, mas demais já é problema. Homem ou mulher pode ter medo aqui e ali, mas isso se tornar algo das mulheres já tá demais.
Falo isso, porque o que vejo é mulher gritando por uma porra de barata, aranha ou ratinho. Prga uma vassoura e mata, não gritar feito retardada.
Não sou e não gosto dessa frescura, se tenho medo, eu encaro e foda-se.
Pra fazer valer o feminismo tem que se impor mais, e não se amolecer cm uma dama de 3 séculos atrás.
Que exista umas pessoas mais sensíveis aqui e ali ok, mas demais já é problema. Homem ou mulher pode ter medo aqui e ali, mas isso se tornar algo das mulheres já tá demais.
Falo isso, porque o que vejo é mulher gritando por uma porra de barata, aranha ou ratinho. Prga uma vassoura e mata, não gritar feito retardada.
"Pra fazer valer o feminismo tem que se impor mais..."
Feminismo é coisa de patricinha frescurenta
que quer ajuda do papai-estado. Desde a Idade Média até hoje, mulher raiz do campo ou das fábricas, quando vê rato ou barata, mete a botina sem dó e, em alguns casos, até fazia o rato depelado cozido na panela para o jantar (grande fome da China). Mulher da roça é assim até hoje. Ela se vira e se garante sozinha desde os tempos mais remotos. Não é só com bichinho doméstico, ratinho, baratinha, não. Mulher raiz da roça pode lidar com javalis (muito comum no interior de SP), cobras, jacarés, aranhas gigantes peçonhentas, escorpiões, etc.A mulher tem um instinto natural de proteção da cria. Se depender de esperar o homem voltar da caça ou da guerra para se proteger, ela e seus rebentos estarão mortos!
Entretanto, nem toda mulher é igual e algumas gritam. É daí, qual o problema disso? Se o homem estiver por perto, nada custa ir lá e matar o rato ou botar a barata na sola do chinelo.