28/01/2020 20h16

A Lei de feminicídio não promove igualdade, ela torna um sexo mais valioso do que

o outro.

Se a Valentina não aceitar o pedido de divórcio do Enzo e matá-lo, ela responderá por crime passional, e pegará X anos de cadeia.
Mas se o Enzo não aceitar o pedido de divórcio da Valentina e matá-la, ele pegará XXX anos de cadeia.

Quando quem mata por motivação passional é o homem, a Lei imputa, ou melhor, inventa motivação de gênero na lugar da inconformidade com a separação, inventa que ele a matou não por não aceitar a separação (configurando nitidamente motivação passional), mas sim unicamente pelo fato de ela ser mulher.

Com base nesse agravante inventado, a "Justiça" enquadra esse homem por feminicídio, e dá e ele mais tempo de prisão do que uma mulher que faz o mesmo.

Mas nos casos em que sim, o motivo do assassinato foi exclusivamente o sexo ou gênero da vítima (seja qual for), sou a favor de que isso configure o agravante de motivo torpe, banal, fútil, e acarrete em punição mais severa.