Richtmann destaca que a virulência (isto é, a capacidade infecciosa de um micro-organismo e a
mortalidade causada por ele) do SARS-CoV-2 é "relativamente baixa", mas que acaba sendo "mais grave" em populações específicas, como idosos ou pessoas com restrições no sistema imunológico. Segundo ela, "a maioria das pessoas vai ter o coronavírus como se fosse um resfriado".