
anônimo
11/04/2020 18h39
Pena que não tem forma de distinguir o joio do trigo. Tipo, "feminista" de "pró-mulher".
Os meios feministas foram invadidos pelo efeito pervasivo da mentalidade totalitarista e do analfabetismo funcional. É algo carregado ideologicamente e enviesado à canhota. No meu convívio, lidei com garotas equilibradas cujo rótulo de feminista já não lhes cabe mais por não terem pensamento de manada. Sabem medir as palavras, formular um esquema de raciocínio, considerar todos os lados de uma questão. Isso se desencontra com a máxima feminista de "se o oprimido fala, o opressor se cala". Que aliás, é composta por duas falácias: implica que todo aquele que não é supostamente oprimido é opressor, e ainda entorta a falácia de apelo à autoridade conferindo a palavra última ao falante ("você não tem vivência nisso, logo não é qualificado pra falar"). O pior que acham que "lugar de fala" é propriedade e direito de falar. Desconhecem até o significado do termo que aplicam. Ainda usam a falácia anedótica ao falar do próprio ponto de vista ao invés de contextualizar e apresentar dados. Trabalham com axiomas inverificados e que parecem verdadeiros só porque são repetidos à exaustão (efeito manada em voga, com a terceirização do pensamento).Eu não namoraria uma feminista porque considerando todo o corpo de argumentação da ideologia, ou é desonesta intelectualmente, ou muito burra. Me considero pró-mulher e toda injustiça tecida a uma eu cuspo, porque sou um homem à tradicional que ama as mulheres. Mas antes de tudo, devo saber se realmente uma injustiça está sendo cometida. Esse deve ser o princípio de toda criatura racional, não aceitar todo ponto de vista vomitado sem antes fazer um exame minucioso.