Olha, Vivian... O limite entre ser bom e ruim é meio manchado. Mas creio que
a maioria das pessoas se encaixe nesse limite, em que desbalanceadamente se alterna entre a agressão, a má vontade e a compaixão, o bom senso. Pessoas "normais" podem ser assustadoras às vezes, e debaixo de máscara de anonimato revelam sua própria natureza, intocadas pelo julgamento. Em uma quantidade menor, temos as pessoas boas e as más. Não julgo que sou bom, mas creio que transito de "medianamente razoável" para bom. É um trabalho contínuo, sempre procuro novas formas de ser compassivo, decente e racional. Não creio na bondade como um fim, mas algo que vai progredindo sem meta definida, e é assim minha busca