Na antiguidade, a escravidão não tinha critérios raciais. Por exemplo, na civilização helênica os escravos
eram capturados de guerras ou indivíduos com dívidas. Porém, com o advento das grandes navegações e, portanto, as nações europeias do séculos 14, 15 e 16 necessitavam de uma mão de obra para empreender o projeto colonizador nas Américas. Dessa forma, viu-se a necessidade de escravizar o negro africano. Para isso, a Igreja deu o aval moral para isso. Isso porque a Igreja afirmou que os negros eram descendentes de Caim, pois a pele negra era a marca que Deus imprimiu neste. Com o passar dos anos, o racismo estrutural foi se consolidando e deixando marcas na sociedade, reprimindo cada vez mais os negros. No século 19, houve um significativo avanço científico no campo da Biologia, a Evolução. Todavia, os líderes das nações europeias, com a finalidade de imprimirem a neo-colonização africana, deturpara a ciência. Isso teve desdobramentos trágicos, vide o Nazismo, regime de extrema direita, na Europa, que preconizava a superioridade de uma raça branca ariana. O racismo tem raízes histórias e, até hoje, trás graves problemas para nossa sociedade. Claro, isso é um resumo do resumo. Por isso, estude história. Se persistirem os sintomas de racismo, Sociologia e Filosofia são recomendadas.