20/06/2020 13h38

Querem poder sobre a sociedade, como qualquer outro grupo ou movimento coletivista. Para obter esse

poder o movimento (feminista, nesse caso) se mantém sobre uma suposta superioridade moral, pois, uma vez que as pessoas e a opinião pública apoiem ou pelo menos mostrem resignação em relação a essa alegada superioridade moral, a implantação das medidas políticas que o movimento defende é questão de tempo.
A superioridade moral alegada tem como argumento central a condição perene de agressor do homem e a condição perene de vítima da mulher. Assim, o homem está sempre no dever de "ressarcir" ou "indenizar" a mulher. É um regime de escravidão moral.
É importante que se perceba a indispensabilidade do uso dos termos "homem" e "mulher" denotando grupos, não indivíduos. A partir do momento que se analisa a opressão de um homem sobre uma mulher individualmente, o argumento feminista perde seu sentido.