Amiguinho que é de direita, se você não tem uma Lamborghini Aventador e nem mora numa cobertura no bairro morumbi, você é pobre sim.

anônima

anônimo
03/07/2020 20h52
Essa lógica não faz sentido nenhum.
Com uma ressalva aos conservadores, os liberais e libertários (que
são mais uma terceira via a um grupo de direita propriamente dita) defendem que o INDIVÍDUO é o protagonista da sociedade, em detrimento do ESTADO e da visão COLETIVISTA dos grupos de esquerda (que defendem que o individuo deve se curvar ao estado e aos grupos).Logo, quem defende que o indivíduo é o protagonista da sociedade, acredita que o estado deve diminuir para que o individuo cresça e se desenvolva. Via de regra, quanto maior o estado, menor o indivíduo (no sentido da garantia de suas liberdades econômicas e individuais).
O pobre que não é de esquerda defende que a situação precária em que ele se encontra se deve, principalmente, ao agigantamento do estado, que impõe uma série de amarras e travas para que ele se desenvolva em suas dimensões (especialmente a econômica, neste caso).
Logo, o pobre que acredita em sua capacidade como indivíduo em transformar sua realidade está totalmente coerente com o que acredita. Ele assume para si a responsabilidade de mudar e melhorar sua situação, mas para isso ele precisa que o estado pare de ser um peso morto e deixe de atrapalhar.
Os países mais livres economicamente são, estatisticamente, os países em que é mais fácil ascender social e economicamente. Os países menos livres, ou seja, que possuem um estado mais próximo do formato de estado defendido pela esquerda (Lembre-se: Para chegar ao comunismo, é necessário que o estado chegue em seu tamanho máximo antes (socialismo), para então implodir e dar lugar ao comunismo), são, por outro lado, os estados com as piores condições de vida e de mobilidade social.
Daria pra escrever muito mais, mas haja saco (e eu duvido que mais de 5% lerá tudo rs).