A mulher tem um mecanismo cerebral puramente biológico que permite a ela controlar melhor o
impulso agressivo. Os evolucionistas acreditam que esse se desenvolveu pra diminuir a chance da mulher agredir os bebês e crianças pequenas em crises de stress e raiva. Já o homem não, quando a emoção da raiva, do luta ou fuga se manifesta, não tem nada pra contrabalançar. Quando vivíamos livres na natureza, isso foi produtivo pra mais bebês sobreviverem e pro homem reagir de forma mais pronta e decisiva em situação de emergência. Mas claro que, em situações como a estabilidade social, esse impulso biológico tende a criar mais problemas do que soluções. É o mal-estar na civilização, como dizia Freud.