anônimo
anônimo
01/01/2015 16h39

A linha divisória entre elogio e bajulação é tênue. O elogio é sincero, vem do

coração, é altruísta e universalmente admirado [Aquilo que as meninas já disseram]. Já a bajulação é fingida, da boca pra fora, egoísta e universalmente condenada.

Li isto ontem no livro de Dale Carnegie. Se não prestamos atenção à qualidade do elogio, podemos fatalmente transformá-lo em bajulação.