
anônimo
19/12/2020 13h54
Não acho que essa vacina é para fazer algum mal fisicamente a quem toma, ao
menos a curto prazo, os efeitos colaterais são um tanto isolados ainda. No máximo, o que deve ser observado são os efeitos a médio e longo prazo, pois se dosse algo para fazer mal de forma imediata, as pessoas veriam colegas ao lado com isso e então evitariam tomar.Eu acho que se houver um problema, será o da eficácia, a vacina da Pfizer teve a fase de testes em animais, que costuma durar anos nas vacinas já criadas (até vacinas recentes) durou pouco mais de 1 mês nessa vacina, o prazo foi curto para as vacinas que já foram criadas. Se chegar a haver eficácia, acho é mais uma evidência a somar de que já se sabia muito antes sobre esse virus além dos documentos descrevendo esse vírus no laboratório de Wuhan em 2013 e de alguns contratos que foram feitos (por exemplo, do Dória com a coronavac e do estado emergencial das eleições dos Estados Unidos antes de haver o primeiro surto publicado na imprensa).
Em pouco tempo, é complicado também adaptar a vacina a possíveis mutações ou mecanismos de proteção do virus.
Minha impressão é a de que a Coronavac, por ser uma vacina de virus atenuado, supostamente funciona criando anticorpos IgG como o que ocorreria em uma pessoa já infectada pelo vírus, mas nesses casos, já estão falando em reinfecção, apesar de isso supostamente ser raro, ao menos por enquanto, então essa vacina supostamente não protege em relação à reinfecção (apesar de isso ser supostamente raro), ao menos que ela tenha algum mecanismo além daquele do virus atenuado.
A vacina da PFIZER usa material genético de RNA baseado no material genético vírus sem o capsídeo, usando uma cápsula de fosfolípidio no lugar do capsídeo, essa cápsula que é análoga à membrana plasmática é incorporada à célula e esse RNA interage com o material genético, na chamada terapia celular, e um dos fenótipos seria o de produzir anticorpos para o virus. Minha dúvida seria: será que estimula outros fenótipos a médio