29/12/2020 01h47

Tá mais do que certa. Muito pouca gente faz isso hoje em dia, mas é

uma das coisas mais necessárias do mundo nesse cenário de libertinagem sexual que vivemos hoje em dia. Se mais gente fizesse isso, HIV e outras ISTs não seriam um problema tão recorrente na saúde pública brasileira.
Eu, pessoalmente, só transo sem proteção se for com mulheres que foram anteriormente virgens ou que sejam parceiras fixas e que já tenham feito os exames para detecção de ISTs....