Tá mais do que certa. Muito pouca gente faz isso hoje em dia, mas é
uma das coisas mais necessárias do mundo nesse cenário de libertinagem sexual que vivemos hoje em dia. Se mais gente fizesse isso, HIV e outras ISTs não seriam um problema tão recorrente na saúde pública brasileira.Eu, pessoalmente, só transo sem proteção se for com mulheres que foram anteriormente virgens ou que sejam parceiras fixas e que já tenham feito os exames para detecção de ISTs....