Eu saí 18 horas pra dá uma passeada em frente a praia, e voltei as 19:40 neste carnaval, tava até cheia a praia. Daí quando voltei uma pessoa mais velha falou que era perigoso porque a polícia poderia me parar, pq eu estava sem documentos. Daí eu tive que explicar do privilégio que eu tenho por ter a pele clara e não ter jeito de bandido a ponto da polícia fazer algum mal pra mim e que eu não era ponto de visão naquele local. E que "esse era o tal privilégio que as pessoas falam", com isso percebi que na época das pessoas mais velhas elas não ligavam tanto pra temas mais sociológicos.

anônimo
É sério isso? Ou VC criou essa estória para elucidar a pergunta?
Respondendo, os idosos não
ligavam nem para meio ambiente. Jogam até hoje lixo na rua. Com a Eco-92, a geração Coca-Cola e posterior reviram conceitos ambientais. Todavia, o negócio desandou e os mais jovens de hoje, da geração mimimi, voltaram a sujar os espaços públicos.E sim, há privilégios sociais. Se for um negro classe média alta, este também não será parado.
Se eu vejo que um carro vermelho assalta os pontos de bus, como policial vou parar TDs os carros vermelhos na blitz. Agora, se não houve nenhuma denúncia da cor do carro, convém parar aleatoriamente carros de TDs as cores. Isso vale para revista de transeuntes. Se não houve denúncia, TDs são suspeitos, branco, negro, bem vestido, mal arrumado... apesar de haver tendências. Se VC ver os noticiários numa determinada região metropolitana, perceberá uma tendência étnica para aquele determinado tipo de crime, pois está atrelado à representatividade na distribuição de renda local.
Contudo, parar uma van e só revistar os negros, sem nenhuma denúncia anterior. Ou só parar na rodovia da fronteira, motoristas indígenas com cara de paraguaios, ambos procedimentos estão errados, se não forem de busca a indivíduos específicos.