Qual lógica aplicada nisso? O vírus tá lá circulando daí o fiscal chega e diz "Opa opa corona! Alto lá, essa pessoa não pode ser infectada, pois ela está só comprando o essencial."
E sobre diminuir, acredito que ficaria pior, pois com limitações nos corredores, a concentração de pessoas seria maior que tivesse acesso livre.
E sobre diminuir, acredito que ficaria pior, pois com limitações nos corredores, a concentração de pessoas seria maior que tivesse acesso livre.

anônimo
07/03/2021 16h25
Comprar o essencial : dar o ânus e passar muito pano para Eduardo Leite.
Depois, pegar o produto, pagar e vazar, mas aí então, você não encontra o produto e não sabe se ele está na loja, então você entra na loja, roda à loja, fica de papo na loja, continua andando pela loja, troca assunto com outras pessoas e sai com as mãos abanando e vai para as outras lojas da vizinhança em que você não iria para ver se estão oferecendo por lá ou fazendo mercado negro (inclusive, bela forma de facilitar trocas pouco fiscalizadas). Isso se você não lotou a loja com outras pessoas antes para adquirir o produto antes de ser considerado como não essencial.Após isso, entrar nas estatísticas dos milhares demitidos por semana, como é em outro estado, por analogamente trabalhar na produção de algum desses produtos não essenciais.
https://br.financas.yahoo.com/noticias/bares-e-restaurantes-rio-preveem-004100179.html