Nessa olimpíada de 2020 tiveram algumas atletas trans, e até onde sei, não houve grandes controvérsias, acho isso uma boa coisa, pois acaba incluindo as pessoas transgêneros, e cada vez mais pessoas aceitam, discordo da ideia de criar ligas só pra trans porque quase não teriam atletas.
E os caras fazem um esforço pra criar regras justas sobre níveis hormonais na competição (e muitas vezes invasivas pras mulheres infelizmente), então não é como se elas fossem dominar completamente como as pessoas costumam achar.
Teve um vídeo no youtube que me fez repensar essas coisas, tem a questão de atletas intersexo também, existe a síndrome do homem XX, uma porrada de coisa que complica.
E os caras fazem um esforço pra criar regras justas sobre níveis hormonais na competição (e muitas vezes invasivas pras mulheres infelizmente), então não é como se elas fossem dominar completamente como as pessoas costumam achar.
Teve um vídeo no youtube que me fez repensar essas coisas, tem a questão de atletas intersexo também, existe a síndrome do homem XX, uma porrada de coisa que complica.
Por mais que os níveis hormonais estejam dentro dos limites femininos, existem duas coisas importantes
que não estão sendo levadas em consideração nos atletas transgênero. A primeira é que a construção do desempenho pode ter sido feita sob níveis hormonais supra fisiológicos anteriormente, antes da mudança de gênero. A segunda é a disponibilidade de receptores androgênicos, que tende a ser superior em quem nasce homem, mesmo depois da mudança de gênero. Isso significa que uma quantidade X de testosterona "rende" mais num atleta transgênero do que numa atleta que nasceu mulher.Obs: estou abordando apenas as atletas que nasceram homem e mudaram pra mulher, pois são os casos onde se vê empiricamente este gap de desempenho mais significativo.
No final das contas, a verdade é que a gente observa o fenômeno, não sabe exatamente quais são as causas, e ainda não estabeleceu como lidar com isso porque é complexo.