03/09/2021 15h24

Igualdade plena sim, é utopia pura, mas há níveis exorbitantes de desigualdades.

Não dá para

você comparar, por exemplo, a qualidade de vida de um Suíço, Sueco, Alemão, Canadense, Australiano, Dinamarquês e etc... Com o nível de desigualdade dos Brasileiros, Africanos e etc...

Há formas de minimizar a desigualdade ao máximo, deixando pelo menos a população mais humilde em uma situação confortável de se viver, com oportunidade de educação, saúde e emprego.

Além disso, o poder de compra é um grande fator comparativo de desigualdade também, o que um rico consegue comprar e fazer em comparação ao cidadão médio. No Brasil a diferença entre o rico e o pobre nesse quesito é monstruoso, não tem nem comparação.

No Brasil, o pobre trabalha mais, paga mais impostos, e tem muito menos acesso a serviços e produtos nacionais e/ou importados, é uma discrepância absurda.

O que o Brasil poderia fazer para minimizar a desigualdade brasileira?

Primeiramente adotar um modelo tributário progressivo, cobrar impostos de cima para baixo, cobrando mais dos ricos e classe média alta e suavizar para a classe média baixa e os mais pobres.

Investir pesado em infraestrutura, educação, ciência, tecnologia e melhorar o sistema de saúde de modo geral.

Controlar a inflação e adotar políticas monetárias sérias e eficientes ao invés da irresponsabilidade atual. Não adianta nada ficar aumentando o salário mínimo e desvalorizar a moeda do povo brasileiro, na prática, não há aumento de poder de compra, serve apenas para enganar os mais tontos.

Há outras coisas que poderiam ser adotadas para minimizar a desigualdade social também, mas claro que existe um limite, cada pessoa tem sua vida, sua profissão, suas habilidades, sua competência e sua responsabilidade. Não dá para comparar uma pessoa que passa a vida inteira estudando e se dedicando na vida profissional com alguém que vive badernando e fazer filho por ai, cada cabeça uma sentença.