Tentaria colocar essa fortuna a serviço do bem comum: para a Igreja, para o hospital
da minha cidade e região, para as escolas e tantos outros lugares que precisam de recursos... E só depois pensaria em mim, fazendo um investimento de empreendedorismo ou algo assim, como o Flávio Augusto do GV fez. E depois, guardava uma parte dos milhões na poupança e comprar uma casa na serra, um carro simples. Seria melhor desapegar desses US$ 10 milhões, até porque não vou poder levá-los quando eu morrer...