anônimo
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18/10/2021 23h48

A literatura filosófica sobre a felicidade pode ser dividida em duas grandes vertentes, a primeira

é a visão hedonista da felicidade, a busca do prazer pessoal em oposição a tristeza e a dor, enquanto a outra se refere as virtudes e a ética pessoal, em busca sempre de uma vida feliz.
A abordagem hedonista foi postulada pela primeira vez por Aristipo de Sirene (um dos discípulos de Sócrates). Para Aristipo, os prazeres dos sentidos são sempre soberanos e eles são um fim em si mesmo e nunca um meio. Aristipo ensinava que não se deve adiar prazeres disponíveis no presente par alcançar um ideal no futuro. Os prazeres devem ser sempre usufruídos, como e quando as oportunidades se apresentarem.
Diógenes Laércio classificou Aristipo, como um sujeito, como um homem que sempre se entregava aos prazeres, da maneira como os prazeres se apresentavam a ele. Já Horácio não vê Aristipo como simplesmente um homem que simplesmente se entregue ao Hedonismo, mas alguém que reflete filosoficamente e decidi que a melhor via é sim, a via dos prazeres e da felicidade.