Na adolescência eu gostava, sempre dissequei a novela da forma mais cinéfila possível. Adorava as
vertentes que os autores davam em personagens que carregavam os genes tipicamente e completamente Brasileiros. Um exemplo, vou dizer as duas últimas que assisti. Sangue bom (2013) onde contava a história do florista Bento e sua infância adotiva com um amor de orfanato. E Sete Vidas (2015) onde contava a história do Pedro e da Julia, dois jovens que eram filhos de um doador por inseminação artificial e conseguiram se encontrar, pior, de um jeito que quase se apaixonaram. Era criativo e cativante e carregava o DNA br.Confesso que hoje não rola mais, não tenho tempo e nem paciência para ver 200/300 capítulos, mas tenho boas lembranças da adolescência por conta dos nossos folhetins televisivos.