27/05/2022 20h03

Obviamente que sim.

Principalmente no Brasil, onde o pobre sustenta o rico.

Fazemos parte ainda

de um seleto grupo de países que prefere, proporcionalmente, tributar mais o pobre ao rico.

Quem sustenta mais a maquina pública brasileira, proporcionalmente falando, é o pobre, pois a maior parte dos impostos vem da produção e circulação de bens e serviços.

Diferentemente de países como Canadá, Dinamarca, Austrália e EUA. Tais países taxam mais os ricos, uma vez que eles tributam mais a renda, patrimônio, lucros e dividendos.

Como no Brasil, o pobre paga mais imposto, é injusto dizer que o filho de uma família abastada tenha direito de usar gratuitamente serviços públicos, entende o raciocínio?

O pior é ver pessoas que não entendem isso e ainda defendem essas aberrações.

A "solução" da esquerda brasileira atrapalhada, é claro, é taxar "grandes fortunas", algo que já foi experimentado por outros países mais desenvolvidos e fracassou, a exemplo da França.

Se você taxar "grandes fortunas", os ricos vão embora para países que taxam menos isso, tirando dinheiro do país, o país empobrece.