E aí a mulher chega e diz: " - Ai, engravidei por acidente! Vou fazer um aborto."

Já sei como foi foi esse "acidente": você estava caminhando de saia e sem calcinha no meio da rua quando de repente escorregou e caiu sentada bem em cima de uma pica. Que azar.

Tu vai é matar um bebê inocente. Uma vida humana inocente.
anônimo
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anônimo
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11/11/2017 08h47

Complexo de deus, um deus amoral.
Levo ao tema a mesma lógica do homicídio culposo,

é biologicamente lógico que a conjunção carnal acarretará numa criança, salvo se houverem as consideradas anomalias e doenças que a tornem infértil.
A pior desculpa é esta da nulidade da existência da criança, a da agressão ao corpo e o famoso "minhas regras".
A dita gravidez (exceto em casos de estupro) é oriunda do pleno exercício das liberdades individuais de seu corpo, o cerceamento desta que as induzem erroneamente afirmar que são uma opressão à liberdade se oriunda por um direito básico da sociedade, a vida.
O que acarreta no próximo pretexto, não é uma vida.
A princípio, é uma vida sim se considerar que até as células são estruturas vivas. A definição adequada ao pretexto se materializa melhor na indução de que o feto não é e nem pode ser considerado um bebé. Desenvolvo o argumento filosófico ao qual atribuo a questão. A biologia, ou melhor, a realidade natural da vida que conhecemos parte de funções, promessas e evoluções. Funções como o papel de um órgão na sustentação de um corpo saudável; evoluções como as readaptações das espécies no processo de sobrevivência ao longo das mudanças do cenário evolutivo; e promessas como o arrazoamento lógico das leis da natureza: a gravidade. Explico a relação no contexto da discussão sobre o aborto. As funções biológicas do esperma e óvulo são a reprodução. Quando a fecundação acontece, surge a promessa lógica da vida que evoluirá nos respectivos estágios de seu ciclo natural. O feto ainda que não homem/mulher feito é a promessa biológica do que será, salvo se alguma ocorrência, ainda que natural, rompa seu ciclo natural. A vida não acontece do nada, ela evolui. Por isso o feto é um precedente básico do homem pelo qual sem não poderia existir. Este mesmo ciclo natural da reprodução humana é transpassado ao pensamento e sentimento humano inferindo em seu psicológico. Explico. Uma mulher que deseja ter filhos e assim recebe a notícia...