Eu tava pensando sobre isso ontem antes de dormir, depois de ouvir um podcast. Se é uma condição genética/ambiental e sem recuperação, e a pessoa não pode escolher entre ser bom ou não em casos graves, já que nunca sequer vai conhecer o quê é empatia ou bondade, até que ponto aquela pessoa tem culpa pela loteria genética e ambiental que a aconteceu?
E, pra quem acredita em Deus/tenha fé/possua alguma religião, existe punição divina pós morte pra alguém assim?
Resolvi compartilhar pra ouvir outras opiniões interessantes. Espero que não soe como "passada de pano" pra nada.
E, pra quem acredita em Deus/tenha fé/possua alguma religião, existe punição divina pós morte pra alguém assim?
Resolvi compartilhar pra ouvir outras opiniões interessantes. Espero que não soe como "passada de pano" pra nada.

anônima
Eu sou leigo nesses assuntos, porém acredito que embora a pessoa não tenha culpa dessa
condição psíquica que possui (da ausência de empatia), ela pode muito bem seguir princípios éticos como todas as outras pessoas. Empatia é um fator emocional. Ética é um fator racional (para Kant por exemplo). Logo a incapacidade de sentir empatia não autoriza a prática de condutas antiéticas.Quanto ao pós morte dessa pessoa, não acho que haja uma punição divina, daquelas que os cristãos acreditam. Acho que essa pessoa pode reencarnar numa vida que exija mta empatia dela, para que ela trabalhe esse lado que não trabalhou em vidas passadas. E acho que se ela causou sofrimento em vidas passadas, a tendência é que ela experimente esse mesmo sofrimento em alguma encarnação, por uma questão de equilíbrio cósmico msm.